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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Vibrações do Mar

Sábado dia 30 Janeiro de 2010, Luiz fez um trabalho de pegar cada partitura dos atores, e começou trabalhar individual com cada um antes de irmos para o Man fazer a nossa 2º apresentação com o tema Mar.

Falar do mar, está próximo dele, sentir suas vibrações, com o seu azul exuberante, com o seu por do sol, seu horizonte..... enfim

Saimos do teatro por volta das 17 : 45 e começamos a apresentar as 19 e 50 hs. Nos dividimos e cada um foi para seus respectivos lugares, sendo que agente ñ podia está no lugar onde o outro estivesse.

Claro meu coração batia tão forte e tremia que é uma beleza, quando começamos a presentar, o Mamestava bem cheio.

Pronto! Comecei a fazer minha partitura, e nela tinha um momento em que eu tinha que chamar alguém para dançar, assim eu fiz, e de cara tomei um fora, mas nada que impedisse de continuar, chamei meu anjo Glauber II e dancei com ele.

Tinha que fazer cinco apresentações no total. Recebi uma indicação do diretor (Luiz) super importante que foi: ( ñ gaste a água toda do seu vaso logo na sua 1º apresentação, pois ela tem que dar para as cinco). Assim eu fiz.

A partir da 2º apresentação percebi que o público estava interagindo muito mais, com olhar fixo em mim, sem parar, aquilo foi mágico, pude vê quando fazemos as coisas de verdade elas se tornam verdadeiras. E nesse momento eu tirei um senhor para dançar e ele foi, eu ñ parava de rir e pensei: ufa deu certo!! foi lindo, ele interagiu comigo de uma tal forma que recebemos até aplausos, terminamos e o coloquei ele de volta no seu respectivo lugar.

Lá se vai eu para 3º apresentação, essa foi de mais Fui para um das rampas do Mam com o meu joelho todo ferido e meu companheiro de fé, meu banquinho, quando de repente quem chega?!( Emanuela) e pensei! O que é que essa menina tá fazendo aqui? Já que ñ podemos ficar no mesmo lugar?! Bem! Tive que continuar ñ podia parar.



Quando comecei a dar meu texto um casal me chamou à atenção, não paravam de rir e o olhar fixo em mim, bem no texto que eu falava da minha minha mãe, da ciranda e gritava zeca para dançar... é como se eles estivessem revivendo tudo aquilo. Fui lá e chamei ele para dançar, foi xuxexu puro, ele começou normal depois foi se empolgando, empolgando e começou dançar bolero (rsrsr) eu não sei dançar bolero, e pra ñ passar batido fui delicadamente e coloquei ele de volta em seu lugar. Ele ñ queria parar não viu! Mas foi de mais!



Mas o porradão está por vi!!! Controlei minha água o máximo, e na minha última apresentação percebi que ainda tinha uma quantidade grande dentro do vaso, e bem no momento da minha partitura que eu falava: ( Hoje pela 1º vez eu sentir) Sentir e sentir muuuuuita água foi dentro do meu ouvido, nariz, olho, boca, tudo quanto foi lugar da cara, e nada disso era programado.

Meu ouvido tapou, o olho começou a arder e imediatamente inventei uma partitura e comecei delicadamente pular para que a água saísse do meu ouvido. (rsrs).

Terminei toda minha partitura e sair feliz com o resultado.

Eu percebi que a diferença do Man para o Passeio Público foi que no Man as pessoas interagiram mais com agente, entraram na viagem de cada um, com um olhar, com uma dança, com um gesto, e nem o som do local influenciou na interação de muitos.

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