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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

O dia do apagão de Buranga. Estava tudo certo para ser um exercício como todos os outros.Todos muito concentrados, aquela história de na base, respira e segue o comando do senhor Luiz A. Junior, de repente eu não ouvia nada que Lu falava, lembro até a hora que ele disse algumas palavras e eu comecei a me torcer, como se alguém quisesse que eu olhasse para trás, onde estava o meu altar armado com várias imagens de santo, farofa, pipoca, todo um preceito armado com muita alfazema. Não ouvi mais nada. Uma força queria que eu olhasse para trás para onde eu tinha armado o altar. Me retorcia todo quase sem controle, claro eu não percebi nada. A força queria me derrubar me colocar no chão. Foi muito ruim porque você não tem controle do seu corpo. Não entendi, peço que me perdoem, se por acaso eu ofendi alguém com minhas brincadeiras, peço licença. Sem brincadeiras com o que eu não conheço. Buranga

1 Comentário:

Luiz Antônio Jr. disse...

É, as vezes a gente mexe com o desconhecido que está aí no ar, esperando uma abertura nossa! Temos que nos cuidar sempre. Mas sem desculpas, o que aconteceu, era pra ser. Aprendemos e sabemos que isso pode acontecer, então temos que estar atentos e sempre com cuidado!

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