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segunda-feira, 28 de março de 2011

RESULTADO: Oficina "O jogo enquanto princípio para criação dramaturgica"


Depois de recebermos mais de 90 inscrições para a Oficina "O jogo enquanto princípio para criação dramatúrgica", realizada pel'A Outra Companhia de Teatro, através do projeto "Outras Histórias" - contemplado com o Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2010", divulgamos a lista com 40 selecionados:
  1. Victoria Fechine de Barros
  2. Danielle Pena
  3. Felipe Andrade
  4. Pedro Nepomuceno
  5. Aloma Pelizarri
  6. Anna Carolina de Alencar da Silva
  7. Jamile de Oliveira Gonçalves
  8. Paulo César Santos de Jesus
  9. Daniel Souza
  10. Marcelo Maia
  11. Ariacy Lobo
  12. Nayara Alberginy
  13. Caio Muniz
  14. Surama Albuquerque
  15. Anderson de Oliveira Menezes
  16. Antonio Fernando Santos
  17. Toniclay Rastelli
  18. Kátia Barros
  19. Rosana Alves
  20. Anita Cione
  21. Anna Carolina Goiabeira
  22. Danusia Sampaio
  23. Toni Edson
  24. Alisson Santos
  25. Carla Dailane Leal
  26. Vilmox Silva
  27. Pablo Rodrigo
  28. Ednei Soares
  29. Carlos Alberto Owono
  30. Rita de Cássia Costa Bacelar Pinheiro
  31. Rose Vitório
  32. Andréa Bittencourt Pizzani
  33. Marizete Brandão Ribeiro
  34. Rafael Pereira
  35. Juliana Arize Santos
  36. Laiz Mesquita
  37. Monalisa da Fonseca Bispo
  38. Vanesa Cardoso
  39. Raquel Cruz
  40. Maria Carla Correia dos Santos
A atividade que acontecerá entre os dias 29 e 31 de março, das 14 as 16h, no Teatro Vila Velha, resultará em duas intervenções urbanas: "Santo" e "Pega", realizadas na Avenida Sete de Setembro e no trecho Corredor da Vitória - Farol da Barra", respectivamente.

Muito grato a todos! E Vamos nessa!!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Mar Me Quer em Salvador, Recife, Fortaleza e Natal


Começa amanhã o novo projeto d'A Outra Companhia de Teatro: OUTRAS HISTÓRIAS, contemplado com o Prêmio FUNARTE de Teatro Myriam Muniz 2010, na categoria circulação.

As ações que acontecerão em quatro capitais nordetsinas, entre os meses de fevereiro e junho deste ano, são:
  • espetáculo Mar Me Quer, a preços populares;
  • oficina artística "O jogo enquanto princípio para criação dramatúrgica", gratuita, com carga horária de 06h;
  • intervenções urbanas "Santo" e "Pega", realizadas com os intergrantes d'A Outra Companhia e participantes das oficinas;
  • palestras com acesso gratuito configurando o Seminário História do Teatro Nordestino, com a presença de artistas, técnicos, estudiosos e produtores de todos os estados da região.
Em Salvador, as ações acontecerão no Teatro Vila Velha, começando amanhã (dia 18/02 - sexta-feira), com a apresentação do espetáculo Mar Me Quer, às 20h, permanecendo em cartaz até domingo (20/02), no mesmo horário, com ingressos a R$ 20,00 - inteira e R$ 10,00 - meia).


A oficina e as intervenções urbanas acontecerão em março, entre os dias 29 e 31 de março: "Santo" (na tarde do dia 29/03, na Avenida Sete de Setembro, no trecho da Casa de Itália à Pç da Piedade) e "Pega" (na tarde de 31/03, do Corredor da Vitória ao Farol da Barra). Já a palestra do Seminário História do Teatro Nordestino acontecerá no Cabaré dos Novos, no dia 01 de junho, com a presença de historiadores e artistas baianos, além de estudiosos dos estados do CE, RN e PE.

Em Natal (RN), o projeto será realizado em parceria com o grupo teatral Clowns de Shakespeare, entre os dias 26 de abril e 02 de maio. Lá, o espetáculo, a oficina e a palestra acontecerão no Barracão dos Clowns. Serão 04 apresentações de Mar Me Quer, a preços populares. E a palestra terá a participação de artistas do Maranhão e da Paraíba.

Na capital cearense, em parceria com o Grupo Bagaceira, realizaremos a oficina na sede do grupo, as 01 apresentações do espetáculo no Teatro do SESC Iracema, a palestra na UFC - Artes Cênicas e as intervenções na Pç José de Alencar (Pega) e na Rua Dragão do Mar (Santo). Em Fortaleza (CE), as ações acontecerão entre 12 e 15 de maio, com a presença de artistas convidados para a palestra do Piauí.

Por fim, o projeto acontecerá em Recife (PE), em parceria com a Cia e Escola Fiandeiros e o Grupo Peleja. As apresentações acontecerão no Teatro Marco Camarotti, a oficina e a palestra serão na Escola Fiandeiros e as intervenções serão nas ruas Recife Antigo (Santo) e na orla, entre Pina e Boa Viagem (Pega). Tudo entre os dias 26 e 29 de maio.

As intervenções serão registradas em vídeo e fotografia. Do mesmo modo, as palestras, para que futuramente possamos disponibilizar o material transcrito e editado numa página virtual. Assim contribuímos com a memória e o registro do teatro nordestino.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mais uma vez, após um bom tempo sem publicações, volto a esse espaço para refletir sobre esse processo, sobre esse espetáculo, sobre esta aventura na qual nos lançamos.

Integrar o elenco de um espetáculo como Mar Me Quer é extremamente prazeroso, divertido e gratificante. Poder contracenar com Eddy Veríssimo, minha amiga e colega de cena desde os primórdios do meu fazer teatral, com Luiz Buranga, um dos atores mais criativos e com maior poder improvisação que já vi nesses meus quase dez anos de teatro, e com Manuela Santiago, a caçula do grupo, mas que tem mostrado grande amadurecimento e potencial, tem sido uma viagem singular e a cada dia que faço Mar Me Quer com esses artistas sinto-me recompensado pela carraeira que escolhi.

O Mar Me Quer está novamente em cartaz no Cabaré dos Novos do Teatro Vila Velha após ter sido visto com bons olhos no XIII Festival Recife do Teatro Nacional, onde obtivemos uma exelente crítica do jornalista Valmir Santos, e também do público que cantou junto conosco as cirandas que utilizamos no espetáculo em cena aberta, sendo um momento de grande emoção. Este fato, termos apresentado o espetáculo em Recife e termos executado a parte musical bem nos deu, de certa forma, um selo, um atestado de que sabemos desenvolver esta habilidade de forma satisfatória.

Hoje, quarta-feira, dia 19 de janeiro, foi mais um dia desses. Fizemos o espetáculo com o Cabaré dos Novos cheio. Bastante gente foi conferir o nosso trabalho. Entre o público um anônimo um espectador bem conhecido por mim, o escritor, poeta e professor acadêmico, Aleilton Fonseca, um grande amigo, um ídolo, junto com sua esposa, a também escritora e professora acadêmica Rosana Patrício.

No entanto, além de tudo de positivo que esta temporada e esta apresentação de hoje nos reservava, ela se mostrou extremamente útil para criar questões relacionadas ao caminho que ainda precisamos percorrer nesse processo. Hoje, já quinta-feira, aproximadamente 03 horas após ter terminado a apresentação consigo rabiscar algumas sobre este caminho:
- a primeira: por que na segunda metade do espetáculo não estamos conseguindo manter o nível de energia, apesar de aquecidos e estimulados?!
- e a segunda: por que a parte musical tem se mostrado de maneira tão inconstante?
Formulo estas duas questões por acreditar que elas simbolizam o salto que precisamos dar. Isso é importante: o salto que precisamos dar e não o que já deveríamos ter dado. Não posso deixar de levar em consideração que é um espetáculo novo, a apresentação de hoje teve ter sido a número 20. Ainda podemos mais. Ainda queremos mais!

Deste modo, alerto aos meus companheiros de viagem que no mar é importante não se desesperar, que lembremos que em alto mar os cantos das sereias nos confundem, nos desviam dos nossos caminhos, nos convidam ao naufrágio, e que no mar, diferente de todas as outras jornadas que já trilhamos juntos por terra, cada dia é um dia, cada viagem é uma viagem, não se sabe o que se vai encontrar, uns dias calmaria e bonança, no outro maremoto e tempestade, mas que não percamos jamais o espírito aventureiro que guia os homens do mar. Coragem, amigos! Estamos juntos, marujos! Acreditemos!
R. Junior

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